08
Set 09

Todos gostamos de ver filmes em que os Heróis... passam maus bocados, levam grandes tareias... parece que tudo está perdido, mas no final acabam sempre por vencer! E aliás o politicamente correcto sempre foi o bem triunfar sobre o mal. Contudo, muitas vezes é do vilão que mais nos lembramos, e é do vilão que mais gostamos! Eis uma lista de alguns desses psicopatas que tanto deram que falar!

 

 

Hannibal Lecter (O Silêncio dos Inocentes; Hannibal; Dragão Vermelho; Hannibal - A Origem do Mal): O ícone de todos os psicopatas.

          A personagem de Ted Levine no filme já era bizarra, mas sinceramente, Anthony Hopkins marcou a barra com a sua representação dos serial killers psico/sociopatas com a sua interpretação do inteligente doutor bourjois que se dedica à cozinha fina nas suas horas livres. O que seria louvável, se não fosse pelo pequeno detalhe de comer carne humana em vez de vaca.



John Doe (Sete Pecados Mortais): Não há dúvida de que Kevin Spacey tem imenso jeito para vilões discretos, daqueles que parecem inofensivos até se revelarem.

          O seu papel no filme de David Fincher marcou desde a sua aparição no filme, há anos, e continua a ter tanto impacto agora como na altura. A sua alienação, indiferença, crueldade e convicção fazem dele definitivamente um vilão muito arrepiante.



Freddy Krueger (Pesadelo em Elm Street): O clássico de Wes Craven, o assassino inspirador de pesadelos, literalmente (mesmo fora do filme), interpretado por Robert Endlung.

          O monstro desfigurado pelas chamas com a sua camisa às riscas, chapéu e “garras” muito compridas que invade os teus sonhos para melhor te aterrorizar e te matar no teu sono. Assustador não é? Como é que podemos escapar aos nossos pesadelos?



The Joker (Batman): É definitivamente o vilão que mais dá a volta ao cérebro de Batman.

          Heath Ledger mostrou-nos de forma brilhante o autêntico palhaço psicopata e anárquico que é, imprevisível e louco até aos extremos, com uma cara muito mais «impressionante do que os antigos que era maquilhagem e sorriso forçado... Entre as histórias de como tinha arranjado as cicatrizes, até ao disfarçar-se de enfermeira, havia material mais do que suficiente para sermos apanhados de surpresa pela demência.



Darth Vader (Star Wars): Outro clássico no mundo dos vilões.

          Darth Vader é a origem literal para aqueles que foram arrastados para o lado negro da força. E se não bastasse ao seu aspecto negro, imponente e impessoal devido à máscara, o facto de nos poder matar só com o pensamento sem mais nem menos, juntem a isso a completa falta de remorsos e o respirar asmático e doentio, e obtemos um dos vilões mais carismáticos do cinema.



Mr. Patrick Bateman (American Psycho): Alguma vez um sociopata ambicioso e narcisista que trata do seu corpo como se fosse o último modelo da Ferrari no valor de milhões e que não sente nada para além da raiva que mostra quando perde o controlo nas suas matanças lunáticas, e que nunca fugirá da falsidade do seu mundo corporativo, poderia não ser mencionado? Faca, arma, motosserra, máquina de pregos, machado… é ao gosto do freguês.



The Terminator (Exterminador Implacável): O exterminador é e será sempre o papel mais marcante e relembrado de Arnold Schwarzenegger, assim como uma constante no universo dos vilões visto que o franchise ainda continua a dar.

          Ele bem tinha dito «I’ll be back», e volta sempre. E o que faz do exterminador um vilão à parte, obviamente o facto de ser feito de metal, se psicopatas já são aberrantes. Um robô que não morre apenas com tiros ou decapitações está num nível completamente diferente.



Jack Torrance (The Shining): Os filmes de Stanley Kubrik são sempre obras de arte cinematográficas, mas “The Shining” está definitivamente no podium dos filmes de terror e a loucura na performance de Jack Nicholson certamente ainda provoca pesadelos em muitos, mesmo após anos e anos. Um clássico que não deixa de ser homenageado ainda hoje um pouco por todo o lado.



Bill (Kill Bill): Canon! David Carradine pode não ter aparecido muito no primeiro volume, mas valeu a espera pelos seus monólogos no final do segundo...

          Mostrou perfeitamente e de forma minimalista e controlada o quanto Bill era cruel, controlador e sádico. Retorcido, sim, mas bem sufisticado.



Stansfield (Léon): Um dos polícias mais estranhos que já se viu. Desde as suas conversas descabidas à linguagem corporal, não há dúvida de que a esfera moral de Stanfield perdeu uns quantos parafusos pelo caminho.

          Se aquele ritual antes da matança de tomar um comprimido, em que se torce e estala, não é das cenas mais bizarras que viram, então não sei… Não há dúvida de que o grande Gary Oldman é perfeito para os vilões de Luc Besson, o Jean-Baptiste Emanuel Zorg também é uma peça e peras.


 

Nota: Se gostam de outros vilões...  É favor dizer!!!!


Também no XptO

Participar

Participe no XptO

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Mais comentados
Últ. comentários
Assim até eu ia fazer desentupimentos contente kkk...
LOL, assim vale a pena ser canalizador :Djá agora,...
Gostei nuito
Gostei nuito
Situações destas não são irreais, podem sempre cau...
Pesquisar
 
blogs SAPO