31
Mai 09

          Um ex-surfista americano agora se dedica a uma atividade inusitada: fotografar ondas de dentro delas.

          Clark Little, de 39 anos, começou a fazer as imagens depois que sua mulher manifestou o desejo de ter uma foto para decorar a casa do casal, no Havaí.

          Há dois anos, ele vive do dinheiro que ganha com a venda das fotos.

          "O mar é minha segunda casa e eu amo o que faço", disse Little. "Não existe para mim aquela sensação de encarar o trabalho como uma obrigação."

          O fotógrafo conta que para obter as melhores imagens, ele utiliza uma câmera capaz de obter até dez fotos por segundo.

          As ondas que ele encara variam entre 90 cm e 4,5 m.

          Muitas vezes, ele chegou a ser arremessado a até 10 m de distância de sua localização original.

          "Sempre existe um risco para mim, por conta da força e tamanho das ondas.

          Mas minha experiência como surfista me deixa à vontade para encarar as ondas sem medo", afirmou.


 

Mais:

 

publicado por Pipoca às 14:50
sinto-me:
30
Mai 09

Como estamos na "Era Digital", foi necessário rever os velhos ditados existentes e adaptá-los à nova realidade.

1. A pressa é inimiga da conexão.
2. Amigos, amigos, senhas à parte.
3. Antes só, do que em chats aborrecidos.
4. A arquivo dado não se olha o formato.
5. Diga-me que chat freqüentas e te direi quem és.
6. Para bom provedor uma senha basta.
7. Não adianta chorar sobre arquivo deletado.
8. Em briga de namorados virtuais não se mete o mouse.
9. Em terra off-line, quem tem 486 é rei.
10. Hacker que ladra, não morde.
11. Mais vale um arquivo no HD do que dois baixando.
12. Mouse sujo se limpa em casa.
13. Melhor prevenir do que formatar.
14. O barato sai caro. E lento.
15. Quando a esmola é demais, o santo desconfia que tem vírus anexado.
16. Quando um não quer, dois não teclam.
17. Quem ama um 486, Pentium 5 lhe parece.
18. Quem clica seus males multiplica.
19. Quem com vírus infecta, com vírus será infectado.
20. Quem envia o que quer, recebe o que não quer.
21. Quem não tem banda larga, caça com modem.
22. Quem nunca errou, que aperte a primeira tecla.
23. Quem semeia e-mails, colhe spams.
24. Quem tem dedo vai a Roma.com
25. Um é pouco, dois é bom, três é chat ou lista virtual.
26. Vão-se os arquivos, ficam os back-ups.
27. Diga-me que computador  tens e direi quem és.
28. Há dois tipos de pessoas na informática. Os que perderam o HD e os que ainda vão perder...
29. Uma impressora disse para outra: Essa folha é sua ou é impressão minha?
30. Aluno de informática não cola, faz backup.
31. O problema do computador é o USB (Usuário Super  Burro).
32. Na informática nada se perde, nada se cria. Tudo se copia... e depois se cola.
33. O Natal das pessoas viciadas em computador é  diferente. No dia 25 de Dezembro, o Papai Noel desce pelo cabo de rede, sai pela porta serial e diz: Feliz Natal, ROM, ROM, ROM!

publicado por Pipoca às 09:45
sinto-me:
29
Mai 09

 

 

publicado por Pipoca às 14:17
TaGs:
29
Mai 09

 Andava para aqui a navegar... quando me deparei com esta redação fenomenal... a coisas incriveis, para mim esta é ums delas... este é um caso digno para se dizer: é culta pra Caralho!!!!

 

REDAÇÃO DE ALUNA DA UFPE

Leiam até o final, é muito legal! Redação feita por uma aluna do curso de Letras, da UFPE Universidade Federal de Pernambuco (Recife), que venceu um concurso interno promovido pelo professor titular da cadeira de Gramática Portuguesa. 
 

Redação:

 

          Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador. Um substantivo masculino, com um aspecto plural, com alguns anos bem vividos pelas preposições da vida. E o artigo era bem definido, feminino, singular: era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal.
 

          Era ingênua, silábica, um pouco átona, até ao contrário dele: um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanáticos por leituras e filmes ortográficos. O substantivo gostou dessa situação: os dois sozinhos, num lugar sem ninguém ver e ouvir. E sem perder essa oportunidade, começou a se insinuar, a perguntar, a conversar

 

 
          O artigo feminino deixou as reticências de lado, e permitiu esse pequeno índice. De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro: ótimo, pensou o substantivo, mais um bom motivo para provocar alguns sinônimos. Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeça a se movimentar: só que em vez de descer, sobe e pára justamente no andar do substantivo. Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela em seu aposto

 

 
          Ligou o fonema, e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, bem suave e gostosa. Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela. Ficaram conversando, sentados num vocativo, quando ele começou outra vez a se insinuar.
 
         Ela foi deixando, ele foi usando seu forte adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo, todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo direto.

  
          Começaram a se aproximar, ela tremendo de vocabulário, e ele sentindo seu ditongo crescente: se abraçaram, numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples passaria entre os dois. Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula; ele não perdeu o ritmo e sugeriu uma ou outra soletrada em seu apóstrofo. É claro que ela se deixou levar por essas palavras, estava totalmente oxítona às vontades dele, e foram para o comum de dois gêneros.
  

          Ela totalmente voz passiva, ele voz ativa. Entre beijos, carícias, parônimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais: ficaram uns minutos nessa próclise, e ele, com todo o seu predicativo do objeto, ia tomando conta.


          Estavam na posição de primeira e segunda pessoa do singular, ela era um perfeito agente da passiva, ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular. Nisso a porta abriu repentinamente. Era o verbo auxiliar do edifício. Ele tinha percebido tudo, e entrou dando conjunções e adjetivos nos dois, que se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas. Mas ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tônica, ou melhor, subtônica, o verbo auxiliar diminuiu seus advérbios e declarou o seu particípio na história.

 
          Os dois se olharam, e viram que isso era melhor do que uma metáfora por todo o edifício. O verbo auxiliar se entusiasmou e mostrou o seu adjunto adnominal. Que loucura, minha gente. Aquilo não era nem comparativo: era um superlativo absoluto. Foi se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado para seus objetos. Foi chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo, propondo claramente uma mesóclise-a-trois. Só que as condições eram estas: enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria ao gerúndio do substantivo, e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino.

          O substantivo, vendo que poderia se transformar num artigo indefinido depois dessa, pensando em seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na história: agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, jogou-o pela janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva.

publicado por Pipoca às 08:13
sinto-me:
28
Mai 09

Uma tradição cultural e artística iniciada pelo Rei D. Luís I de Portugal em 1861, que corre o risco de vir a desaparecer.

 

 

 

 

           Este artesanato surgiu no final do século XIX. Os primeiros modelos foram criados por Maria dos Cacos, (barrista e feirante), e posteriormente por Manuel Mafra. Só depois, o humor de Maria dos Cacos e o naturalismo de Manuel Mafra foram recriados por Rafael Bordalo Pinheiro.

           O Rei D. Luís I de Portugal presenteava os seus amigos com as peças humoristicas das caldas. A criatividade de Rafael Bordado é seguida pelo seu filho Manuel Gustavo e pelo seu rival Costa Motta Sobrinho, nomes que ressaltam na cerâmica das Caldas das primeiras décadas do século XX.

           Nos últimos anos os caralhos perderam popularidade e são muito poucos os ceramistas que os fabricam. Artesanato grosseiro ou arte provocatória, a verdade é que as “malandrices” são uma espécie de louça em vias de extinção.

          Uma das razões para a extinção a falta de seguidores. Enquanto anos atrás havia muitas fábricas a trabalhar na louça erótica hoje praticamente não há ninguém.   

          Francisco e Casilda Figueiredo, ainda se dedicam a execução dos originais "caralhos das Caldas", mas a arte corre o risco de vir a desaparecer devido à idades deste casal sexagenário e como já referi, à falta de seguidores desta tradição.

 

          A arte deste casal chegou a transpor as fronteiras. Muitas peças foram para a Inglaterra, França, Alemanha, Estados Unidos, Itália e Espanha. Agora limitam-se a produzir para o mercado nacional.

         

          Outrora as ruas mais antigas das Caldas da Rainha estavam repletas de lojas e montras cheias de peças de artesanato erótico. Era porta sim porta sim, agora, são apenas três as lojas da especialidade.

 

          Relativamente à expressão “ às cinco não faço mais um...” desconhece-se a sua origem. Pensa-se que esta frase terá sido criada a nível nacional para satirizar os serviços públicos. Desde então é utilizada também para “gozar” com os trabalhadores das Caldas da Rainha, sobretudo aqueles que se dedicam ao fabrico do artesanato erótico.

 

Mais:

Louça das Caldas da Rainha

 

28
Mai 09

 

Nunca subestime as pessoas... mesmo que lhe pareçam mais fracas que você... ou nunca lhe disseram....

                            ....que as aparências enganam...

                                                                                        ...pense nisso!!!!!

publicado por Pipoca às 09:14
sinto-me:
27
Mai 09

publicado por Pipoca às 16:10
TaGs:
27
Mai 09

 

 

27
Mai 09

          Em baixo está o teste Dr. Phil. (O Dr. Phil teve 55 pontos, fez este teste no programa da Oprah. E ela teve 38). Algumas pessoas pagam muito dinheiro para descobrir estas coisas!

 

          Este é um teste real feito pelo Departamento de Recursos Humanos.

          As respostas são em relação à pessoa que você é agora e não sobre a pessoa que Você foi no passado.

          10 simples perguntas,por isso pegue numa caneta e numa folha de papel para registar as suas repostas para cada pergunta. 



1. Quando se sente melhor? 

A)  de manhã  
B)  durante a tarde e princípio da noite 
C)  noite avançada 

2.   Normalmente caminha:


A)  relativamente rápido, com passadas largas 
B)  relativamente rápido, com passos curtos 
C)   menos rápido, de cabeça erguida, olhando o mundo de frente 
D)  menos rápido, de cabeça baixa 
E)  muito lentamente
 

3. Quando as pessoas falam consigo você:

A)  fica de braços cruzados 
B)  tem as mãos entrelaçadas 
C)  tem uma ou ambas as mãos pousadas nas ancas 
D)  toca ou empurra a pessoa com quem está a falar 
E)  brinca com a sua orelha, toca no seu queixou ou alisa o cabelo 

4. Quando está descontraído, você senta-se com:

A) os joelhos unidos e dobrados e as pernas lado a lado de forma perfeita 
B)  as pernas cruzadas 
C)  as pernas esticadas e direitas 
D)  uma perna dobrada debaixo de si
  

5. Quando algo realmente o diverte, reage com:

A)
   uma grande e gostosa gargalhada 
B) uma gargalhada, mas não muito alta 
C)  um riso baixinho 
D)  um sorriso malandreco 

6.  Quando vai a uma festa ou evento social você:

A)  faz uma entrada ruidosa para que todos reparem em si 
B)  faz uma entrada discreta, olhando á sua volta à procura de alguém que conheça 
C)  faz a entrada mais discreta possível, tentando que ninguém repare em si
 

7.   Está a trabalhar muito, bastante concentrado e é interrompido:

  

A)  dá as boas-vindas à interrupção

B)   sente-se extremamente irritado

C)  varia entre estes dois extremos

 

8.  Qual das cores seguintes gosta mais:

A)  Vermelho o cor-de-laranja 
B)  preto
C)  amarelho ou azul claro 
D)   verde 
E)  azul escuro ou rôxo 
F)  branco
G)   castanho ou cinzento 

9.   Quando você está deitado na cama à noite, naqueles últimos momentos antes de adormecer, você está:

  
A)  esticado deitado de costas 
B)   deitado de cara e barriga para baixo 
C)  deitado de lado, ligeiramente enrolado 
D) deitado com a cabeça sobre um dos braços 
E)  com a cabeça debaixo das cobertas
 

10.   Muitas vezes sonha que está:


A)   a cair
 
B)  a lutar ou a esforçar-se 
C)   à procura de algo ou alguém 
D)  a voar ou a flutuar 
E)   normalmente tem um sono sem sonhos 
F)  os seus sonhos são sempre agradáveis 

 

 

PONTOS: 


1.   (a) 2     (b) 4    (c) 6

2.   (a) 6     (b) 4    (c) 7     (d) 2     (e)  1
3.   (a) 4     (b) 2    (c) 5     (d) 7     (e) 6
4.   (a) 4     (b) 6    (c) 2     (d) 1
5.   (a) 6     (b) 4    (c) 3     (d) 5     (e) 2
6.   (a) 6     (b) 4    (c) 2
7.   (a) 6     (b) 2    (c) 4
8.   (a) 6     (b) 7    (c) 5     (d) 4     (e) 3    (f) 2   (g) 1
9.   (a) 7     (b) 6    (c) 4     (d) 2     (e) 1

10. (a) 4     (b) 2    (c) 3     (d) 5     (e) 6    (f) 1

Agora faça a soma do total dos números que obteve. 

MAIS DE 60 PONTOS:  Os outros vêem-no com alguém que devem 'lidar com cuidado'. É visto como vaidoso, centrado sobre si mesmo e que é extremamente dominante. Outros podem admirá-lo, desejando ser mais como você, mas sempre sem confiarem totalmente em si, hesitantes em se envolver demasiado consigo.

 

51 A 60  PONTOS:  Os outros vêem-no com uma personalidade excitante, altamente volátil e impuslvia, um líder natural, que é rápido a tomar decisões, muito embora nem sempre sejam as mais acertadas. Vêem-no como corajoso e aventureiro, alguém que experimentará sempre algo nem que seja uma vez, alguém que assume riscos e aprecia a aventura. Gostam de estar na sua companhia por causa do entusiasmo que irradia.

 
41 A 50 PONTOS
:   Os outros vêem-no como uma pessoa fresca, cheia de vida, charmosa, divertida, prática e sempre interessante, alguém que está constantemente no centro das atenções, mas que é suficientemente equilibrada para não deixar que isso lhe suba à cabeça. Também a vêem como uma pessoa amável, com consideração pelos outros e compreensiva, alguém que está sempre disposto a animar e a ajudar os outros.


31 A 40  PONTOS:
Os outros vêem-no como uma pessoa sensivel, cautelosa, cuidadosa e prática. Vêem-no como sendo esperto, talentoso ou dotado, mas modesto. Não é uma pessoa que faça amigos demasiado depressa ou com facilidade, mas é alguém extremamente leal aos amigos que faz e espera a mesma lealdade em troca. Aqueles que realmente o vêm a conhecer apercebem-se que é preciso muito para o fazer perder a confiança que tem nos amigos, mas também que é igualmente moroso recuperar se essa confiança for alguma vez quebrada.

 
21 A 30  PONTOS:
Os seus amigos vêem-no como sofrido e picuinhas. Vêem-no como uma pessoa extremamente cautelosa, cuidadosa e lenta. Surpreendê-los-ia muito se alguma vez fizesse algo impulsivamente ou momentâneo, pois estão à espera que examine tudo cuidadosamente por todos os ângulos e só depois, normalmente decidir-se contra. Acham que esta reacção se deve em parte devido à sua natureza cautelosa.

 
MENOS DE 21 PONTOS:
As pessoas acham que você é tímido, nervoso e indeciso, alguém que precisa de ter alguém que cuide de si, alguém que quer sempre que seja outra pessoa a tomar as decisões e que não quer envolver-se em nada e com ninguém! Vêem-no como um preocupado que vê sempre problemas onde não existem. Algumas pessoas acham-no chato. Só aqueles que realmente o conhecem muito bem é que sabem que não o é.

26
Mai 09

publicado por Pipoca às 16:34
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